Contribuição sobre Bens e Serviços
Tributo federal que substituirá PIS e Cofins. Em 2026 haverá uma etapa de validação e adaptação operacional; a partir de 2027, a CBS passa a compor o novo modelo de forma efetiva.
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Guia especial AzulCont
Um material direto para empresários acompanharem CBS, IBS, Imposto Seletivo, documentos fiscais e a transição que vai até 2033.
Visão geral
A Reforma Tributária do Consumo substitui tributos atuais por um novo modelo baseado em CBS, IBS e Imposto Seletivo. Para empresas, o ponto crítico não é apenas calcular uma nova guia: será necessário ajustar emissão de documentos fiscais, cadastro de produtos e serviços, precificação, créditos, contratos e comunicação com clientes.
O objetivo desta página é servir como link de orientação para clientes da AzulCont, com linguagem prática e foco no que precisa ser acompanhado.
O que muda
Tributo federal que substituirá PIS e Cofins. Em 2026 haverá uma etapa de validação e adaptação operacional; a partir de 2027, a CBS passa a compor o novo modelo de forma efetiva.
Tributo de competência compartilhada entre estados, municípios e Distrito Federal. Substituirá gradualmente ICMS e ISS.
Tributo federal voltado a bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, conforme definição legal.
Calendário
Os documentos fiscais eletrônicos passam a exigir campos relacionados à CBS e ao IBS. A alíquota de referência prevista para essa etapa é de 1%, composta por 0,9% de CBS e 0,1% de IBS, com regras de compensação e fase de adaptação operacional.
Receita Federal e Comitê Gestor do IBS divulgaram cronograma de implementação dos documentos fiscais eletrônicos. Alguns documentos fiscais passaram a ter obrigatoriedade técnica em 03/08/2026, conforme o tipo de operação e documento.
PIS e Cofins deixam de existir no novo modelo. A CBS passa a vigorar e o Imposto Seletivo entra em operação. O IPI terá alíquota reduzida a zero para quase todos os produtos, com exceções relacionadas à Zona Franca de Manaus.
A carga migra gradualmente: 2029 com 10% IBS e 90% ICMS/ISS; 2030 com 20% IBS e 80% ICMS/ISS; 2031 com 30% IBS e 70% ICMS/ISS; 2032 com 40% IBS e 60% ICMS/ISS.
O IBS passa a valer integralmente e ICMS e ISS são extintos. Até lá, empresas precisarão conviver com regras atuais e novas regras durante a transição.
Impacto prático
A preparação deve começar pelos cadastros e pela rotina de emissão de documentos fiscais. Produtos, serviços, NCM, CNAE, sistemas emissores, contratos, margens e formação de preço precisam ser revisados com antecedência.
Empresas que deixam para ajustar tudo perto do prazo tendem a enfrentar retrabalho, notas rejeitadas, dúvidas comerciais e dificuldade para explicar mudanças de preço aos clientes.
Checklist AzulCont
NCM, descrição, CNAE, natureza da operação, município de incidência e dados de emissão precisam estar coerentes.
Notas fiscais eletrônicas precisarão de campos e leiautes compatíveis com a fase de implementação da reforma.
A transição pode alterar a forma de destacar tributos, aproveitar créditos e formar preço. Margem precisa ser acompanhada.
Use calendário, responsáveis e revisão periódica para evitar que a adaptação vire urgência no vencimento.
Material gratuito
Preencha o formulário para abrir uma mensagem de contato pelo WhatsApp e liberar o PDF. O material resume mudanças, calendário, riscos e checklist para empresas.
Guia prático para entender a transição e preparar a rotina fiscal.
Fontes oficiais
Orientação
A AzulCont pode revisar sua rotina fiscal, documentos, cadastro e sistema emissor para reduzir riscos durante a transição.